O “faça você mesmo” é uma prática que consiste em botar a mão na massa para fazer aquilo que talvez pareça possível só nas mãos de um profissional especializado. Nesse contexto, o que permite agora que possamos restaurar, modificar e criar coisas de toda ordem são as inúmeras ferramentas, facilidades e a disponibilização de conteúdo informativo capaz de nos capacitar para realização de diversas atividades. Para alguns, trocar uma lâmpada, pendurar um quadro e até fazer perfurações para instalação de objetos na parede pode ser uma coisa simples. Para outros, isso tudo pode ser uma tarefa impossível e que certamente terá um resultado negativo. O conceito de faça você mesmo revê essa percepção dando condições e atalhos para que qualquer um possa resolver questões que vão da troca de uma lâmpada até o esforço de criar texturas e formas diferentes nas paredes. Essas pequenas obras podem acontecer em ambientes internos e externos tendo um caráter estrutural, que é o caso quando algum espaço sofre alguma modificação. A restauração de superfícies para que possam receber pintura, aplicação de molduras, acabamentos e certas intervenções são alguns exemplos de modificações mais estruturais. Outro tipo de atividade pode ser aquela que não interfere diretamente em algum cômodo ou área específicos, mas que cria ou modifica objetos e estruturas presentes nesses espaços. Um material que simboliza muito bem a ideia de realizar algo por conta própria é o pallet, estrutura com ripas de madeira que formam um estrado. Os pallets são utilizados para criar jardins verticais, na criação de estruturas para sofás internos e externos e, até mesmo, para servirem como racks de apoio para salas de TV e quarto. Outro material semelhante é a chapa de MDF, muito utilizada na fabricação própria de peças e móveis. O benefício do MDF está no seu preço acessível e na versatilidade em cores e acabamentos, além da facilidade permitida em trabalhar com o material, sem que seja preciso de um grupo de ferramentas mais elaboradas. Uma boa dica para quem se interessa por decoração e construção é começar realizando obras pequenas e mais simples. Assim, o ganho de confiança e habilidade com ferramentas e materiais fará com que o próximo passo seja a realização de obras e reformas maiores. A Leroy Merlin não só proporciona uma infinidade de produtos para que você possa construir ou reformar sua casa. Além disso, proporciona a oportunidade para que você mesmo possa intervir no seu ambiente. Isso pode acontecer por motivações que vão desde o objetivo de economizar até o prazer em poder fazer parte de alguma mudança no seu próprio lar. Pintar, construir, reformar, e qualquer outra forma de trabalho semelhante podem ser atividades que criem meios de distração e relaxamento. A Leroy conta com materiais e ferramentas que vão te ajudar na hora de realizar um trabalho por conta própria. E os consultores de venda Leroy também podem oferecer dicas e sugestões das melhores opções para cada tipo de peça criada ou obra feita.
As cavilhas de faia oferecem um meio simples e rápido de fortalecer as junções de canto e de alinhar dois componentes para evitar que torçam. Existem em três tamanhos comuns: 6 mm, 8 mm e 10 mm. Escolha o diâmetro mais adequado ao material; como regra geral, não exceda metade da espessura da madeira. Existem vários métodos simples para as colocar com precisão.
Os espaços integrados estão na moda. Porém, nem sempre surgem totalmente abertos, mas sim com superfícies divisórias que os delimitam apenas de forma parcial. Neste projecto, por exemplo, colocou-se uma sucessão de ripas de madeira que permite a visibilidade e comunicação entre os dois espaços, a passagem da luz e a correcta ventilação, sem nunca diminuir o tamanho do ambiente em causa. 
Os blocos de concreto são materiais simples e fáceis de encontrar, com preço em conta e que geralmente não exigem muitos materiais para dar um up na decoração. São úteis como base para a confecção de mesas, que podem ser utilizadas na área externa ou interna, racks para TV e acessórios ou mesas de centro para sala, e até mesmo como suporte para camas.
O prolongamento do plano operacional irá acarretar custos para a Madeira, mas apenas no que se refere aos meios operacionais em terra. “Em relação ao POCIF, naturalmente que há sempre custos associados, porque as equipas no terreno necessitam de um apoio para esse prolongamento. Em relação a 2017, esse prolongamento correspondeu a cerca de 30 mil euros. Em relação ao meio aéreo, e atendendo a que isto é uma responsabilidade nacional, naturalmente que não pretendemos que esse prolongamento seja objeto de qualquer valor adicional”, disse.
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